{"provider_url": "https://www.campanha.mg.leg.br", "title": "Filhos Ilustres", "html": "<p><b>rancisco de Paula Ferreira de Rezende - Ministro do Supremo Tribunal Federal - Vice-Governador de Minas Gerais</b></p>\r\n<p>Descendente de fam\u00edlia portuguesa que havia se estabelecido em Campanha em meados do s\u00e9culo XVIII, Francisco de Paula Ferreira de Rezende foi o filho primog\u00eanito de uma fam\u00edlia pequena ( apenas 02 filhos sobreviventes de um total de 08 irm\u00e3os) e muito poderosa na cidade. O sobrado no qual nasceu e viveu durante muitos anos era um dos mais\u00a0 \u00a0\u00a0imponentes pr\u00e9dios da Rua Direita ( O Solar dos Ferreiras - antiga Prefeitura -hoje em ru\u00ednas).</p>\r\n<p>Ap\u00f3s concluir seus estudos prim\u00e9rios e secund\u00e1rios em Campanha,\u00a0<b>formou-se em Ci\u00eancias Jur\u00eddicas e sociais na Faculdade de Direito de S\u00e3o Paulo (1855).</b>\u00a0Devido \u00e0s influ\u00eancias pol\u00edticas de sua fam\u00edlia, logo foi nomeado\u00a0<b>Promotor\u00a0<img alt=\"\" class=\"image-right\" src=\"../../FranciscodePaulaFerreiradeRezende.jpg/@@images/ecec54ee-244e-454d-b28b-13e7b320c250.jpeg\" title=\"\" />P\u00fablico em Campanha (1856) e Juiz de \u00f3rf\u00e3os do termo de Queluz</b>. Foi\u00a0<b>Deputado da Assembl\u00e9ia Legislativa de Minas Gerais (1864-1865).</b></p>\r\n<p>Com a Rep\u00fablica, foi nomeado\u00a0<b>3o. Vice-Governador de Minas Gerais e tamb\u00e9m Ministro do Supremo Tribunal Federal</b>. Durante a sua vida, colaborou com diversos jornais de Minas Gerais e escreveu tamb\u00e9m outros livros, como o \"Minhas Recorda\u00e7\u00f5es\", onde narra a sua inf\u00e2ncia em Campanha MG</p>\r\n<p><strong>Fonte: A MEM\u00d3RIA EDUCACIONAL DE UM CAMPANHENSE - MINAS GERAIS, S\u00c9CULO XIX - Ana Cristina Pereira Lage - UNICAMP \u2013 Mestrado - Cultura e Pr\u00e1ticas Escolares</strong></p>\r\n<p>\u00a0<b>--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</b></p>\r\n<p><b><br /><br />Senador Jos\u00e9 Bento -\u00a0Sacerdote, Pol\u00edtico, Jornalista e Senador</b></p>\r\n<p>\u00a0\u00a0</p>\r\n<p><img alt=\"\" class=\"image-left\" src=\"../../Joz_Bento_Leite_Ferra._de_Mello__Litografia_cropped2.jpg/@@images/fe3d84a2-ed6d-4725-bba6-3d67d17368d7.jpeg\" title=\"\" />Jos\u00e9 Bento Leite Ferreira de Melo (Campanha, 6 de janeiro de 1785 \u2014 8 de fevereiro de 1844) foi um sacerdote cat\u00f3lico, jornalista e pol\u00edtico brasileiro, deputado geral e senador do Imp\u00e9rio do Brasil de 1834 a 1844.</p>\r\n<p>Jos\u00e9 Bento foi importante figura de seu tempo. Editou, em Pouso Alegre, o primeiro jornal do Sul de Minas, O Pregoeiro Constitucional, que fez campanha pelas reformas liberais durante o primeiro\u00a0reinado. Como deputado, aliou-se ao Padre Feij\u00f3, junto a quem participou do Golpe de 30 de Julho em 1832, e na sua tipografia que foi publicada a Constitui\u00e7\u00e3o de Pouso Alegre. Como Senador, tomou parte, ainda, do Golpe da Maioridade, que levou ao trono o Imperador D. Pedro II, ainda imp\u00fabere, em 1841.[1]</p>\r\n<p><b>Refer\u00eancias:</b>\u00a01.? Fran\u00e7oise Jean de Oliveira Souza (maio 2007). Discursos impressos de um padre pol\u00edtico: an\u00e1lise da breve trajet\u00f3ria d' O Pregoeiro Constitucional. Almanack Braziliense, n.5, S\u00e3o Paulo - ISSN 1808-8139 vers\u00e3o on-line. P\u00e1gina visitada em 13/10/2010.</p>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p>Fonte:\u00a0<a href=\"http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Bento_Leite_Ferreira_de_Melo\">http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Bento_Leite_Ferreira_de_Melo</a>\u00a0Data Visualiza\u00e7\u00e3o: 02/03/2012</p>\r\n<p>\u00a0<b>----------------------------------------------------------------------------------------------------------------</b></p>\r\n<p><b>GLADSTONE CHAVES DE MELO</b></p>\r\n<p>O fil\u00f3logo e ling\u00fcista Gladstone Chaves de Melo, nascido em Campanha (MG) a 12 de junho de 1917, morreu no Rio de Janeiro a 7 de dezembro de 2001.</p>\r\n<p>Era filho de Joaquim Gabriel Chaves de Melo e D. Maria de Lourdes Chaves de Melo.</p>\r\n<p>Fez os estudos prim\u00e1rios e secund\u00e1rios na terra natal. Transferindo-se de Campanha para o Rio, bacharelou-se em 1938 pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil. Mas consagrou-se ao estudo da l\u00edngua e recebeu pela mesma universidade o t\u00edtulo de Doutor e Livre-Docente em L\u00edngua Portuguesa no ano de 1946.</p>\r\n<p>Em 23 de dezembro de 1941, casou-se com Cord\u00e9lia Paula Rodrigues (que passou a assinar-se Cord\u00e9lia Rodrigues Chaves de Melo), mulher de boa forma\u00e7\u00e3o, inteligente e culta, com quem formou uma fam\u00edlia de 7 filhos (Paulo de Tarso, Maria de Lourdes, Tom\u00e1s de Aquino, Bernardo Gladstone, Maria Teresa, Maria da Gl\u00f3ria e Agostinho), genro, noras, 15 netos e uma bisneta. Em 17 de fevereiro de 1994, teve de lamentar imensa perda: faleceu a esposa querida.</p>\r\n<p>Dedicando-se desde cedo aos estudos cl\u00e1ssicos e de l\u00edngua portuguesa, a princ\u00edpio sob a orienta\u00e7\u00e3o de um grande mestre, o fil\u00f3logo Padre Augusto Magne, foi por indica\u00e7\u00e3o do mesmo que em junho de 1941\u00a0 passou a ocupar o lugar de assistente do Professor Sousa da Silveira, catedr\u00e1tico de L\u00edngua Portuguesa da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil. [2]</p>\r\n<p>Votado ao magist\u00e9rio de L\u00edngua Portuguesa, lecionou tamb\u00e9m Ling\u00fc\u00edstica e Filologia Rom\u00e2nica.</p>\r\n<p>Foi professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na Universidade Federal Fluminense, na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro, na Faculdade de Filosofia e Letras de Juiz de Fora, na Universidade de Coimbra (Portugal) e na Universidade de T\u00fcbingen (Alemanha).</p>\r\n<p>Contra a sua vontade, foi indicado para disputar cargos eletivos na pol\u00edtica do antigo Distrito Federal. Eleito entre os tr\u00eas vereadores mais votados em 1951, cumpriu dois mandatos at\u00e9 1960. Elegendo-se deputado estadual, encerrou em 1962, por livre decis\u00e3o, sua participa\u00e7\u00e3o na pol\u00edtica.</p>\r\n<p>Ocupou por dois per\u00edodos (de 1962 a 1964 e de 1972 a 1974) o cargo de Adido Cultural do Brasil em Lisboa. Foi membro do Conselho Federal de Educa\u00e7\u00e3o (1970) e do Conselho Federal de Cultura (1970 a 1972).</p>\r\n<p>Pertenceu a institui\u00e7\u00f5es nacionais e estrangeiras: Academia Brasileira de Filologia, C\u00edrculo Ling\u00fc\u00edstico do Rio de Janeiro, Sociedade de L\u00edngua Portuguesa (Lisboa), Academia Portuguesa de Hist\u00f3ria (Lisboa), Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Lusitanistas, Associa\u00e7om Galega de L\u00edngua (Espanha), s\u00f3cio benem\u00e9rito do Real Gabinete Portugu\u00eas de Leitura, s\u00f3cio honor\u00e1rio do Liceu Liter\u00e1rio Portugu\u00eas e outras entidades cong\u00eaneres.</p>\r\n<p>Apresentou muitos trabalhos em Congressos do Brasil e do exterior e ministrou cursos em v\u00e1rias universidades de Portugal e de outros pa\u00edses europeus.</p>\r\n<p>Era Comendador da Ordem do Infante Dom Henrique (Portugal), Benem\u00e9rito da Ordem dos Pregadores (Roma), foi agraciado com a Medalha de Prata da Clausura do Conc\u00edlio Vaticano II (Roma), Doutor Honoris Causa pela Universidade de Coimbra (Portugal, 1993).</p>\r\n<p><strong>TEXTO PUBLICADO EM:\u00a0<a href=\"http://www.filologia.org.br/viicnlf/anais/caderno05-03.html\" target=\"_blank\">http://www.filologia.org.br/viicnlf/anais/caderno05-03.html</a>. Autor: JO\u00c3O ALVES PEREIRA PENHA. Esse texto foi extra\u00eddo de sua obra Fil\u00f3logos Brasileiros, p. 157-164, lan\u00e7ado no dia do anivers\u00e1rio da Academia em 2002, em sess\u00e3o especial do VI Congresso Nacional de Ling\u00fc\u00edstica e Filologia.</strong></p>\r\n<p><strong>[2]\u00a0SILVA, Maximiano de\u00a0Carvalho\u00a0e.\u00a0S\u00edntese\u00a0biogr\u00e1fica\u00a0preparada\u00a0em\u00a07\u00a0dez. 2001,\u00a0data\u00a0da\u00a0morte\u00a0do fil\u00f3logo.</strong></p>\r\n<p>--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p><b>Bar\u00e3o de Parima - Coronel</b></p>\r\n<p>Francisco Xavier Lopes de Ara\u00fajo - \u00a0Bar\u00e3o de Parima (Campanha, 10 de fevereiro de 1828 \u2014 Rio de Janeiro, 9 de mar\u00e7o de 1886) foi um militar, engenheiro e professor brasileiro.</p>\r\n<p>Filho de Francisco Xavier de Ara\u00fajo e de Ana Lu\u00edsa Xavier de Ara\u00fajo, casou-se com Rita Em\u00edlia Alc\u00e2ntara de Ara\u00fajo.</p>\r\n<p>Entrou para o ex\u00e9rcito, matriculando-se na Escola Militar do Rio de Janeiro, no curso de engenharia, conclu\u00eddo em 1855, obtendo o grau de bacharel em matem\u00e1tica.</p>\r\n<p>Como tenente participou da comiss\u00e3o brasileira de demarca\u00e7\u00e3o de limites com o Uruguai, sob as ordens do bar\u00e3o de Ca\u00e7apava. Em 1865 foi convocado para Guerra do Paraguai, onde participou com distin\u00e7\u00e3o da Batalha de Tuiuti, da vit\u00f3ria em Curuzu e da Batalha de Curupaiti.</p>\r\n<p>Terminada a guerra, foi promovido a major do corpo de engenheiros. Foi sucessivamente nomeado chefe da comiss\u00e3o de demarca\u00e7\u00e3o de limites com o Paraguai, em 1872; com a Bol\u00edvia, em 1875; e com a Venezuela, em 1884.</p>\r\n<p>Promovido a coronel de corpo de engenheiros em 1878. Mais tarde \u00e9 nomeado diretor do Imperial Observat\u00f3rio do Rio de Janeiro e professor de Astronomia da Escola Central.</p>\r\n<p>Era comendador da Imperial Ordem da Rosa, cavaleiro da Imperial Ordem de S\u00e3o Bento de Avis.</p>\r\n<p><strong>Fonte: Wikip\u00e9dia:\u00a0<a href=\"http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Xavier_Lopes_de_Ara%C3%BAjo\" target=\"_blank\">http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Xavier_Lopes_de_Ara%C3%BAjo</a></strong></p>\r\n<p>--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p>\r\n<p><b>Monsenhor Jos\u00e9 do Patroc\u00ednio Lefort</b>\u00a0(Campanha, 5 de junho de 1914 \u2014 15 de dezembro de 1997) foi um sacerdote brasileiro da Diocese da Campanha MG. Foi historiador, genealogista, Arquivista, heraldista, filateslista, numismata e orquid\u00f3filo de reconhecido destaque.Monsenhor Lefort era filho de Francisco Augusto Lefort e de Palmira Antonieta Alves e descendente do franc\u00eas Fran\u00e7ois Lefort, que veio para o Brasil em 1855, tendo falecido a 8 de novembro de 1906, na cidade mineira da Campanha.Realizou todos seus estudos em Campanha, onde sempre residiu. Ordenou-se sacerdote em 5 de dezembro de 1937, em Mariana. Foi professor de grego, latim, franc\u00eas, \u00e1lgebra, geografia, corografia e cosmografia no Semin\u00e1rio da Diocese da Campanha e em col\u00e9gios daquela cidade mineira. Exerceu, por longos anos, o cargo de chanceler do Bispado de Campanha, cujos arquivos organizou e franqueou aos genealogistas de todo o pa\u00eds. Historiador renomado, desde 1939, dedicou-se \u00e0 pesquisa de fatos hist\u00f3ricos e personagens do sul de Minas Gerais.\u00a0O seu falecimento abriu enorme lacuna na vida intelectual do Brasil, em especial na Hist\u00f3ria e na Genealogia.Bibliografia: Dentre as obras de sua autoria, destacam-se as seguintes: Anu\u00e1rio Eclesi\u00e1stico da Diocese da Campannha (25 volumes -1939/1963); Varginha (1953); O Sul de Minas e as Bandeiras (1963); Descoberta e povoamento do Sul de Minas (1970); A Cidade da Campanha (1970); Padre V\u00edtor -o campanhense trespontano (1989 - 2 edi\u00e7\u00f5es); Nh\u00e1 Chica - Francisca de Paula de Jesus Isabel (1989 - 3 edi\u00e7\u00f5es); A Fam\u00edlia Vilela ap\u00edtulo de \"As Tr\u00eas Ilhoas\"\" , de Jos\u00e9 Guimar\u00e3es (1990); Fam\u00edlias Campanhenses (1995)\u00a0Fonte: Enciclop\u00e9dia Sapo Saber</p>\r\n<p>---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p>\r\n<p><b>Ministro Alfredo de Vilhena Vallad\u00e3o</b></p>\r\n<p><br />Jurista, Escritor, Jornalista,\u00a0Historiador e Ministro\u00a0(Nasceu em 1873- Faleceu em 1959).</p>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p><img src=\"https://www.campanha.mg.leg.br/AlfredodeVilhena.jpg\" alt=\"\" class=\"image-left\" title=\"\" />O Ministro Alfredo de Vilhena Vallad\u00e3o, filho do Senador Gomes Vallad\u00e3o e de D. Maria Am\u00e1lia de Vilhena Vallad\u00e3o, nasceu em Campanha (MG) em 11.9.1873.\u00a0Al\u00e9m de ter sido jornalista desde 1901, foi\u00a0<b>Professor da Faculdade de Direito de Minas Gerais e da Faculdade de Direito da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro.\u00a0Era Ministro aposentado do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o, cargo que havia exercido de 1916 a 1935, e foi 1\u00ba Vice-Presidente do IHGB Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico Brasileiro, que o homenageou com o t\u00edtulo de Grande Benem\u00e9rito.</b><br />Entrou em 1905, como\u00a0<b>representante do Minist\u00e9rio P\u00fablico, para o Tribunal de Contas da Uni\u00e3o</b>, \u00f3rg\u00e3o rec\u00e9m-institu\u00eddo pela Constitui\u00e7\u00e3o de 1891, a primeira da Rep\u00fablica, dedicando-se a escrever trabalhos de doutrina sobre os principais temas do Tribunal, formulando as reformas que se faziam necess\u00e1rias na jurisprud\u00eancia.En 1908 fez parte do Congresso Jur\u00eddico Brasileiro, sustentando na Se\u00e7\u00e3o de Direito Civil a doutrina de unifica\u00e7\u00e3o do Direito privado.\u00a0 Na Se\u00e7\u00e3o de Direito Comercial manifestou-se contr\u00e1rio \u00e0 atribui\u00e7\u00e3o conferida pela Carta Magna de 1891 aos Estados, de legislarem sobre o Direito Processual.<br />Jurista de elevada compet\u00eancia, foi nessa \u00e1rea o\u00a0<b>autor do \"Projeto do C\u00f3digo de \u00c1guas e da Ind\u00fastria Hidrel\u00e9trica\"</b>, contando tamb\u00e9m, entre suas obras, com \"Rios P\u00fablicos e Particulares\", \"Direito das \u00c1guas\" e \"Minist\u00e9rio P\u00fablico\".\u00a0\u00a0<br /><b>Como historiador, publicou \"Campanha da Princesa\", \"Da Aclama\u00e7\u00e3o \u00e0 Maioridade\", \"Vultos Nacionais\" e \"Brasil e Chile na \u00c9poca do Imp\u00e9rio, Amizade sem Exemplo\".</b></p>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p><b>Pelos relevantes servi\u00e7os prestados ao Pa\u00eds, teve seu nome inscrito no Livro do M\u00e9rito, tendo recebido a Medalha da Ordem da Inconfid\u00eancia de Minas Gerais e a de Grande Oficial da Ordem do M\u00e9rito do Chile.</b></p>\r\n<p><br />Ap\u00f3s longa enfermidade, o Ministro Alfredo Vallad\u00e3o faleceu na Casa de Sa\u00fade S\u00e3o Sebasti\u00e3o, no bairro carioca do Catete, em 17.11.1959, aos 86 anos de idade.</p>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p><strong>Fonte: Wikip\u00e9dia</strong></p>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p><b>--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------<br /><br />Ministro Am\u00e9rico Lobo - Ministro do Supremo Tribunal Federal</b></p>\r\n<p><br /><img alt=\"\" class=\"image-left\" src=\"../../MinistroAmricoLobo.jpg/@@images/e78b659a-d06f-4e2a-a990-9b46319057d8.jpeg\" title=\"\" />Am\u00e9rico Lobo Leite Pereira, filho do professor e comendador Joaquim Lobo Leite Pereira e de Ana Leopoldina Lobo Leite Pereira, nasceu a 28 de junho de 1814 em Campanha MG.</p>\r\n<p>Descendente pelo lado paterno das fam\u00edlias Lobo Leite Pereira e Coelho Seabra e pelo lado materno das fam\u00edlias Lopes de Ara\u00fajo e Toledo Pisa, foi casado com Manoela Urbana de Queiroz Lobo, cujos pais pertenciam \u00e0s fam\u00edlias Rezende e Barrios Bueno (o casamento foi realizado em 1864).</p>\r\n<p><b>Era irm\u00e3o do not\u00e1vel engenheiro Francisco Lobo Leite Pereira, antigo comandante da Escola Central (hoje Escola Nacional de Engenharia), (anteriormente Escola Polit\u00e9cnica do Rio de janeiro); de Fernando Lobo Leite Pereira (deputado, senador, antigo Ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e da Justi\u00e7a e Neg\u00f3cios Interiores do Governo do Marechal Floriano Peixoto, constituinte de 1891 e vice-presidente do Banco do Brasil em 1895, de que foi posteriormente diretor) e de Joaquim Lobo Leite Pereira, m\u00e9dico, propagandista da Rep\u00fablica, jornalista, etc.</b></p>\r\n<p><br />Aos 15 anos de idade perdeu seu pai e assume, como primog\u00eanito, a chefia da fam\u00edlia. Logo, em seguida, falece sua m\u00e3e.</p>\r\n<p>Diz M\u00facio Le\u00e3o (Jornal do Brasil de 22.10.1937) \u201cFernando Lobo, juntamente com seus dois irm\u00e3os mais velhos, fez curso secund\u00e1rio no Semin\u00e1rio de S\u00e3o Bento, no Rio de Janeiro\u201d. Entretanto, o Ministro Alfredo Valad\u00e3o, na sua confer\u00eancia no Instituto dos Advogados, por ocasi\u00e3o do centen\u00e1rio de nascimento de Am\u00e9rico Lobo, declama \u201cfeitas as humanidades na terra natal\u201d.</p>\r\n<p><br />O estudo da l\u00edngua latina, cujo perfeito ensino constitu\u00eda a base de Athenas Sul-Mineira (como era conhecida a Cidade da Campanha - pela sua cultura), abriu sua intelig\u00eancia l\u00facida e imaginosa, precocemente revelada, e assim se familiarizou com as Ora\u00e7\u00f5es de C\u00edcero, as Odes de Hor\u00e1cio, as Buc\u00f3licas, as Ge\u00f3rgicas e a Eneida de Virg\u00edlio.</p>\r\n<p><br />Am\u00e9rico Lobo segue para S\u00e3o Paulo, onde se matricula, afinal, na Faculdade de Direito. Faz um curso brilhante. Bacharelou-se em 13 de dezembro de 1862. Quatro meses depois, nomeado\u00a0<b>Juiz Municipal e de \u00d3rf\u00e3os de Pouso Alegre (MG).</b>\u00a0A 30 de setembro de 1865, removido para o Termo de Rio Pardo. Em 1867, pediu demiss\u00e3o do cargo, empolgado que estava pela pol\u00edtica, sendo eleito\u00a0<b>deputado geral pelo 5\u00ba Distrito de sua Prov\u00edncia natal, fazendo parte das hostes liberais.</b></p>\r\n<p><br />Dissolvida a legislatura, voltou para Campanha. Onde instalou sua banca de advogado, transferindo-se em 1870 para a cidade de Leopoldina.</p>\r\n<p><b>Abra\u00e7ando a causa republicana, regressou, sem tardan\u00e7a, \u00e0 pol\u00edtica, fez a propaganda da Republica e da Aboli\u00e7\u00e3o, com toda a for\u00e7a de sua intelig\u00eancia e do seu esp\u00edrito combativo.</b></p>\r\n<p><br /><b>Proclamou a Rep\u00fablica, por Decreto de fevereiro de 1890, nomeado governador do Estado do Paran\u00e1</b>, em substitui\u00e7\u00e3o do Dr. Uladislau Herculano de Freitas Guimar\u00e3es, mas por breve per\u00edodo, seis meses. Exonerou-se a 01 de agosto, para candidatar-se \u00e0 Constituinte, j\u00e1 atritado com o governo central por haver criado barreiras fiscais entre os Estados do Paran\u00e1 e Santa Catarina.</p>\r\n<p><br />Eleito em 15 de setembro, ainda em 1890,\u00a0<b>foi senador pelo Estado de Minas Gerais, durante tr\u00eas anos.</b></p>\r\n<p><br />Os Anais do Senado e a confer\u00eancia do Ministro Alfredo Vallad\u00e3o, falam como cumpriu o seu mandato.\u00a0<b>A reforma monet\u00e1ria foi dos muitos projetos apresentados por Am\u00e9rico Lobo, pelo qual o nome da nova moeda seria o \u201ccruzeiro\u201d (Souza Costa, que criou o cruzeiro em 1942, n\u00e3o se esqueceu do nome daquele que o idealizou).</b></p>\r\n<p><br />Em Decreto de 15 de outubro de 1894, foi nomeado, e a oito de dezembro tomou posse do cargo de\u00a0<b>Ministro do Supremo Tribunal Federal</b>.\u00a0<b>Pela sua conduta no mais alto Tribunal do pa\u00eds, pelo brilho das senten\u00e7as e pelo esp\u00edrito de justi\u00e7a, L\u00facio de Mendon\u00e7a comparou-o a Magnaud.</b></p>\r\n<p><br />Am\u00e9rico Lobo, n\u00e3o obstante \u00e0 sua vida intensa, foi apaixonado cultor das letras. Poeta, escreveu mais de uma centena de poemas e sonetos. Traduziu, em alexandrinos a \u201cEvangelina\u201d, o \u201cCanto de Hiawatha\u201d e os \u201cPoemas da Escravid\u00e3o\u201d de Longfellow; \u201cTartufo\u201d, de Moli\u00e8re; \u201cO Corvo\u201d, de E. Poe; algumas buc\u00f3licas de Virg\u00edlio e outras poesias de autores franceses, ingleses, americanos em latinos. Traduziu tamb\u00e9m as Decis\u00f5es Constitucionais de Marshall (Presidente do Supremo Tribunal dos Estados Unidos da Am\u00e9rica do Norte).</p>\r\n<p><br />De Am\u00e9rico Lobo, disse, ainda L\u00facio de Mendon\u00e7a: \u201cA lei, para ele, n\u00e3o podia ter a rigidez fria de uma r\u00e9gua, sim, mas como um raio solar que fere consolando e esclarecendo, como que adotara por lema a senten\u00e7a SUMMUM JUS, SUMMA INJURIA, ou como quase se traduzia em verso portugu\u00eas: Da vingan\u00e7a \u00e9 cong\u00eanere a justi\u00e7a demasiada justa\u201d.</p>\r\n<p>Em setembro de 1890, Am\u00e9rico Lobo, h\u00e1bil na ret\u00f3rica, pronunciou em discurso, na cidade de Leopoldina, em frente ao Teatro Alencar, as seguintes palavras antol\u00f3gicas \u201cMinas possui tudo, meus senhores. \u00c9 de todas as prov\u00edncias a mais poderosa e a mais rica! S\u00f3 lhe falta mar. E, creiam, se o mar, al\u00e9m, suspira e geme, \u00e9 porque est\u00e1 longe de Minas\u201d.</p>\r\n<p><br />Tinha cinco filhos: Jos\u00e9, advogado, poeta, falecido em 03.12.1921; Estevam Lobo Leite Pereira, advogado, deputado federal, Lente da Escola de Direito de Belo Horizonte, escritor, etc., falecido em 13.09.1908; Ma\u00edra Elisa, falecida em 13.07.1956; Am\u00e9rico Lobo Leite Pereira Junior, falecido a 19.07.1943 e Antonio Lobo Leite Pereira, inspetor federal do ensino secund\u00e1rio, advogado, conhecedor profundo da matem\u00e1tica, latim e grego e tamb\u00e9m s\u00e2nscrito.</p>\r\n<p><br /><b>Faleceu quando ocupava o cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal, na cidade do Rio de Janeiro, no dia 1\u00ba de outubro de 1903.</b>\u00a0Sucedeu-o, interinamente, Joaquim Monteiro de Carvalho e Silva, de 28 de julho a 28 de agosto.</p>\r\n<p><strong>Biografia: Hist\u00f3ria biogr\u00e1fica da rep\u00fablica no Paran\u00e1, de David Carneiro e T\u00falio Vargas, 1994.\u00a0</strong><br /><strong>Ilustra\u00e7\u00e3o: Theodoro de Bona e Dulce Ozinski.\u00a0</strong></p>\r\n<p><b>--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</b></p>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p><b>Fernando Lobo Leite Pereira (Campanha, 1851 \u2014 Rio de Janeiro, 1918) - Campanhense Ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e do Interior</b></p>\r\n<p>Exerceu os cargos de ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e do Interior no governo de Floriano Peixoto, e foi senador da Rep\u00fablica. Era irm\u00e3o de Am\u00e9rico Lobo Leite Pereira, que foi Ministro do Supremo Tribunal Federal.</p>\r\n<p><strong>Fonte: Wikip\u00e9dia. Publicado em:\u00a0</strong><a href=\"http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Lobo_Leite_Pereira\" target=\"_blank\"><strong>http://pt.wi</strong>kipedia.org/wiki/Fernando_Lobo_Leite_Pereira</a></p>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p><b>----------------------------------------------------------------------------------------------------------------</b></p>\r\n<p><b>Jos\u00e9 Lu\u00eds Cardoso de Sales, bar\u00e3o de Irapu\u00e1 ( Campanha \u2014 Rio de Janeiro, 29 de abril de 1887 )\u00a0</b>Filho de Ant\u00f4nio Lu\u00eds Cardoso, casou-se, em Porto Alegre, com sua prima Ana de Azevedo Martins. Era propriet\u00e1rio de terras no Rio Grande do Sul. Recebeu o t\u00edtulo de bar\u00e3o, em 11 de outubro de 1876, por causa de suas v\u00e1rias obras de caridade.</p>\r\n<p><strong>Fonte: Wikip\u00e9dia. Publicado em:\u00a0<a href=\"http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Lu%C3%ADs_Cardoso_de_Sales\" target=\"_blank\">http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Lu%C3%ADs_Cardoso_de_Sales</a></strong></p>\r\n<p><b>----------------------------------------------------------------------------------------------------------------</b></p>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p><b>DR. AM\u00c9RICO GOMES RIBEIRO DA LUZ - (AM\u00c9RICO LUZ)</b></p>\r\n<p><b>CAMPANHENSE ANTIESCRAVISTA E FUNDADOR DA ESTRADA DE FERRO MUZAMBINHO.</b></p>\r\n<p><img alt=\"\" class=\"image-left\" src=\"../../AmricoLuz.jpg/@@images/d5af1c55-9afe-4b2e-9dcb-442e4269877c.jpeg\" title=\"\" />Am\u00e9rico Gomes Ribeiro Luz nasceu em Campanha a 02 de julho de 1854. Era filho do Dr. Ant\u00f4nio M\u00e1ximo Ribeiro da Luz (Juiz de Direito da Comarca) e Dona Mariana Brandina Gomes Ribeiro da Luz.Iniciou seu curso de humanidades em S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei no col\u00e9gio do professor Luiz Dalle, terminando-o no ateneu Fluminense. Formou em medicina ano de 1879. Clinicou de in\u00edcio em Tr\u00eas Cora\u00e7\u00f5es durante dois anos,\u00a0indo para Muzambinho em 1881.\u00a0No exerc\u00edcio da profiss\u00e3o mostrou-se dedicado e competente, deixando por onde passava, atos de filantropia. Dotado de grande personalidade e grande magnetismo pessoal,\u00a0 foi pol\u00edtico respeitado, habilidoso, generoso e humano.</p>\r\n<p>Logo ap\u00f3s sua chegada a Muzambinho casou-se com Hort\u00eancia Coimbra da Luz, filha do Cel. Ces\u00e1rio Coimbra, chefe pol\u00edtico local. (Aqui ocorre um fato interessante pois 03 de seus irm\u00e3os tamb\u00e9m se casam com 03 filhas do\u00a0 Cel.\u00a0\u00a0 Ces\u00e1rio Coimbra).</p>\r\n<p>Dr. Am\u00e9rico Luz, ganhou proje\u00e7\u00e3o como um apaixonado\u00a0<b>lutador antiescravista</b>\u00a0tendo esta bandeira lhe proporcionado simpatizante e muitos antipatizantes como proporciona sempre toda luta pela liberdade.</p>\r\n<p>Em 12 de maio de 1881, foi feita uma reuni\u00e3o na C\u00e2mara de Vereadores de Muzambinho\u00a0 liderada\u00a0 por\u00a0 Am\u00e9rico\u00a0 Luz\u00a0 com\u00a0 o objetivo de alforriar (libertar) os escravos. Em 1887 juntamente com o Dr. Carlos de Miranda Jord\u00e3o e Cel Francisco Navarro de Morais Salles\u00a0<b>fundaram a Estrada de Ferro Muzambinho</b>. Em 1913 transferiu-se para Juiz de Fora onde exerceu o cargo de\u00a0<b>Diretor Presidente do Banco de Cr\u00e9dito Real de Minas Gerais</b>, cargo este que ocupou at\u00e9 o dia de sua morte em 17 de novembro de 1927.</p>\r\n<p><strong>Fonte: muzambinho.com.br</strong></p>\r\n<p><b>--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</b></p>\r\n<p><br /><b>\u00c1lvaro Gomes da Rocha Azevedo</b><br /><br />O Dr. \u00c1lvaro Gomes da Rocha Azevedo nasceu na cidade de Campanha, Estado de Minas Gerais, em 26 de janeiro de 1864. Fez seus estudos de Humanidades na sua cidade natal. Veio para S\u00e3o Paulo em 27 de maio de 1881, onde prosseguiu seus estudos, prestou exames de preparat\u00f3rios, e depois em Ouro Preto. Formou-se pela Faculdade de Direito de S\u00e3o Paulo em 1888. Foi ass\u00edduo colaborador de v\u00e1rios jornais, notadamente do \"Revolu\u00e7\u00e3o\" e do \"Conjura\u00e7\u00e3o\", de sua cidade natal, do \"Bin\u00f3culo\", de Vila Bocaina - S\u00e3o Paulo, e do \"Monitor Paulista\", de Mococa. Abolicionista convicto, sempre defendeu com sua palavra a justa causa. Propagandista da Rep\u00fablica, fundou, quando ainda estudante, o Clube Republicano Mineiro e, depois de formado, o Centro Republicano de Mococa. Em 1889 come\u00e7ou a advogar em Mococa. Proclamada a Rep\u00fablica, foi nomeado Intendente Municipal dessa comarca, e vice-presidente da Intend\u00eancia. Em 29 de julho de 1890 renunciou a esses postos por haver sido nomeado juiz Municipal e de \u00d3rf\u00e3os de Mococa. Ingressou assim na magistratura, exerceu, de in\u00edcio, o cargo de juiz de Direito da comarca, em substitui\u00e7\u00e3o ao efetivo. Posteriormente reassumiu suas fun\u00e7\u00f5es, nelas se conservou at\u00e9 ser nomeado juiz subistituto de Jundia\u00ed, em 1891, lugar esse que ocupou at\u00e9 1892. Em 1892 foi nomeado juiz de Direito de Caconde, e inaugurou o juizado de Caconde, que, com a reorganiza\u00e7\u00e3o da Magistratura do Termo Anexo a Mococa, passou a constituir sede de comarca. Em 1893 pediu demiss\u00e3o do cargo e a partir dessa data passou a dedicar-se exclusivamente \u00e0 Advocacia em S\u00e3o Paulo, em cujo F\u00f3rum militou at\u00e9 1\u00ba de maio de 1920, per\u00edodo esse interrompido pelo tempo em que exerceu o cargo de prefeito. Em 1905 foi eleito vereador municipal de S\u00e3o Paulo, deixou de exercer seu mandato, apesar de j\u00e1 ter sido expedido o diploma, por haver sido anulado o pleito. Novamente eleito vereador para o tri\u00eanio de 1908 a 1910, integrou a Comiss\u00e3o de Justi\u00e7a e em 1916 foi vice-presidente da C\u00e2mara e membro da Comiss\u00e3o de Justi\u00e7a em todos os tr\u00eas anos de Legislatura, assumiu por duas vezes, a Presid\u00eancia. Em 1916, numa assembl\u00e9ia que consagrou os melhores elementos do Partido Republicano Paulista, no distrito da Consla\u00e7\u00e3o, foi eleito diretor pol\u00edtico. Em 1919 assumiu o cargo de prefeito, que exerceu at\u00e9 20 de janeiro de 1920. Em 1\u00ba de maio de 1920 assumiu a Secretaria da Fazenda, no exerc\u00edcio de cujo cargo, em 08 de abril de 1924, foi nomeado Ministro do Tribunal de Contas. Em 1924 assumiu a Secretaria do Estado dos Neg\u00f3cios da Agricultura, Com\u00e9rcio e Obras P\u00fablicas, acumulou as duas Pastas at\u00e9 o t\u00e9rmino do quatri\u00eanio. Ocupou outros cargos de import\u00e2ncia. Foi agraciado pessoalmente por S. M. o Rei Alberto da B\u00e9lgica, com a Comenda da Ordem da Coroa; possuiu tamb\u00e9m a Comenda da Ordem do Sol Nascente, do Imp\u00e9rio do Jap\u00e3o. Era s\u00f3cio benem\u00e9rito da Associa\u00e7\u00e3o Beneficiente dos Empregados Municipais e da Sociedade de Benefici\u00eancia Brasileira, em Portugal, membro honor\u00e1rio da Cruz Vermelha Brasileira da C\u00e2mara Americana de Com\u00e9rcio de S\u00e3o Paulo, da C\u00e2mara Americana do Com\u00e9rcio de Santos e da Liga dos Munic\u00edpios Brasileiros, do Rio de Janeiro. Faleceu na Capital Paulista em 30 de outubro de 1942.</p>\r\n<p><strong>Fonte:\u00a0 dicionarioderuas.com.br</strong></p>\r\n<p><br /><b>--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------<br /><br />JOS\u00c9 BORGES DA COSTA - UM DOS FUNDADORES DA CIDADE DE RIBEIR\u00c3O PRETO - SP</b></p>\r\n<p><strong>Fonte: Prefeitura de Ribeir\u00e3o Preto</strong><br /><br />---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p>\r\n<p><b>Jo\u00e3o Pedro da Veiga Miranda - Minstro da Marinha, Prefeito e Vereador de Ribeir\u00e3o Preto-SP<br /></b><br /><br />Nascimento: 11/abril/1881, no munic\u00edpio de Campanha\u00a0- MG</p>\r\n<p>Falecimento: 17/fevereiro/1936, no distrito de Bonfim Paulista/ Ribeir\u00e3o Preto \u2013 SP</p>\r\n<p>Filho de Manoel Ign\u00e1cio de Miranda e de Josefina Carolina da Veiga</p>\r\n<p>Vereador na 12\u00aa Legislatura da C\u00e2mara Municipal de Ribeir\u00e3o Preto: 1908-1911 ;</p>\r\n<p>Prefeito Municipal de 1908 a 26/agosto de 1909, quando renunciou;</p>\r\n<p>Vereador na 13\u00aa Legislatura da C\u00e2mara Municipal de Ribeir\u00e3o Preto: 1911-1914;</p>\r\n<p>Vereador na 14\u00aa Legislatura da C\u00e2mara Municipal de Ribeir\u00e3o Preto: 1914-1917;</p>\r\n<p>Vereador na 15\u00aa Legislatura da C\u00e2mara Municipal de Ribeir\u00e3o Preto: 1917-1920;</p>\r\n<p>Cursou os estudos secund\u00e1rios na cidade de Barbacena e em 1896 mudou-se para a cidade de S\u00e3o Paulo. Em 1904 diplomou-se engenheiro civil pela Escola Polit\u00e9cnica. Casou-se com Albertina Vilela de Andrade Junqueira em 11 de maio de 1905. Desta uni\u00e3o nasceram os filhos: Waldemar, Regina e Cyro. No ano de 1908 ingressou na pol\u00edtica como Vereador em Ribeir\u00e3o Preto, posteriormente elegeu-se deputado estadual e federal. Entre os anos de 1915 e 1917 foi presidente da Sociedade Recreativa. Em 1921, o ent\u00e3o Presidente da Rep\u00fablica Epit\u00e1cio da Silva Pessoa (1919-1922), em visita oficial a Ribeir\u00e3o Preto, hospedou-se na cada de Veiga Miranda, situada na Rua Tibiri\u00e7\u00e1 esquina com rua Florencio de Abreu (atual sede da Secretaria Municipal da Fazenda). A convite de Epit\u00e1cio Pessoa, em 1921 ocupou o cargo de\u00a0<b>Ministro da Marinha por 14 meses, sendo o primeiro ministro civil a ocupar uma pasta militar</b>.\u00a0Veiga Miranda foi ainda lente de Italiano no Gin\u00e1sio do Estado (atual Otoniel Mota), jornalista e escritor, integrante da Academia Paulista de Letras. Faleceu em 1936 na Fazenda Humait\u00e1, no Distrito de Bonfim Paulista.</p>\r\n<p><br /><strong>Fonte de Pesquisa:\u00a0<a href=\"http://www.pmrp.com.br/scultura/arqpublico/i14index.php?pagina=/scultura/arqpublico/historia/i14indice.htm\" target=\"_blank\">Arquivo P\u00fablico e Hist\u00f3rico de Ribeir\u00e3o Preto.</a></strong></p>\r\n<p><br /><b>--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</b></p>\r\n<p><b>Jos\u00e9 Pedro Ferreira da Costa (Campanha, 1900 \u2014 Rio de Janeiro, 1971) foi um pol\u00edtico brasileiro.</b></p>\r\n<p><b>Foi Ministro Interino da Educa\u00e7\u00e3o no Governo Juscelino Kubitschek, de 17 a 24 de junho de 1960.</b></p>\r\n<p><strong>Fonte: Wikip\u00e9dia:\u00a0<a href=\"http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Pedro_Ferreira_da_Costa\" target=\"_blank\">http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Pedro_Ferreira_da_Costa</a></strong></p>\r\n<p>---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p>\r\n<p><b>JOS\u00c9 ALVES MIRA - FUNDADOR DA CIDADE DE DOIS C\u00d3RREGOS - SP</b></p>\r\n<p>Jos\u00e9 Alves Mira nasceu em 1808, natural de Campanha, em Minas Gerais, de onde saiu com seu seu pequeno comboio de Ouro Fino em dire\u00e7\u00e3o ao centro-oeste de S\u00e3o Paulo em busca de novas terras.</p>\r\n<p>Junto com ele, veio seu irm\u00e3o Luiz Mira e seu filho mais velho, Jo\u00e3o Alves de Mira e Mello.\u00a0Traziam mantimentos, principalmente, sal e toucinho, al\u00e9m das ferramentas e as armas para prote\u00e7\u00e3o pessoal. Um aspecto curioso desses comboios \u00e9 que havia burros com dois enormes jac\u00e1s presos em seus lombos, aonde vinham \u00e0s crian\u00e7as e os idosos.</p>\r\n<p>Jos\u00e9 Alves Mira chegou ao distrito de Brotas por volta de 1846. Nessa \u00e9poca os comboios j\u00e1 contavam com trilhas batidas para caminhar. Os mapas indicavam o planalto ocidental paulista em grande parte, como \"zona desconhecida\", quando sequer Bauru existia. Desse modo, Jos\u00e9 Alves Mira sabia que aqui teria terras dispon\u00edveis e certamente chegou informado sobre as condi\u00e7\u00f5es da regi\u00e3o. Passando pelo povoado de Brotas, seguiu at\u00e9 atingir as terras da Queixada, um dos bairros do futuro munic\u00edpio de Dois C\u00f3rregos, instalando-se nas imedia\u00e7\u00f5es.</p>\r\n<p><b>As condi\u00e7\u00f5es de vida da regi\u00e3o e a funda\u00e7\u00e3o da capela de \"Dois C\u00f3rregos\"</b></p>\r\n<p>Sendo os primeiros habitantes de nossa regi\u00e3o provenientes do Sul de minas, podemos afirmar que os costumes mineiros prevaleciam. Desse modo, a cria\u00e7\u00e3o de gado, g\u00eanero su\u00edno e a fabrica\u00e7\u00e3o de queijo eram atividades indispens\u00e1veis, sem contar a planta\u00e7\u00e3o de arroz, feij\u00e3o, caf\u00e9, fumo, milho e algod\u00e3o.</p>\r\n<p>As mulheres, desde meninas, tinham de aprender a manejar o tear, n\u00e3o apenas na prepara\u00e7\u00e3o do enxoval, mas para vestir os membros da fam\u00edlia. Colhia-se o algod\u00e3o para que a roupa fosse feita, a colora\u00e7\u00e3o era dada a partir da tinta anil vinda dos distantes centros de com\u00e9rcio, das sementes vermelhas do urucum \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o, al\u00e9m do branco natural, quase sempre alvejado com a utiliza\u00e7\u00e3o do anil em contato com a \u00e1gua. Mas se a circunst\u00e2ncia exigisse a cor preta do luto, o pr\u00f3prio carv\u00e3o vegetal solucionaria o problema.</p>\r\n<p>A chegada de novos comboios (mineiros em busca das terras perif\u00e9ricas) e o conseq\u00fcente aumento da popula\u00e7\u00e3o tornou necess\u00e1rio a constru\u00e7\u00e3o de uma capela, principalmente porque a capela de Brotas ficava muito distante, tendo nada menos que o rio Jacar\u00e9 - Pepira e a serra de Brotas como obst\u00e1culo. Conforme depoimentos, Jos\u00e9 Alves Mira soltou um carro de boi carregado de madeiras, na descida da estrada do Prata, acima da margem direita do rio do Quinca, com a condi\u00e7\u00e3o de construir a capela no local onde o carro de boi parasse. O carro de boi parou atr\u00e1s do local onde hoje se ergue a Igreja Matriz do Divino Esp\u00edrito Santo. E em 4 de Fevereiro de 1856 foi inaugurada a capela, feita de barro e coberta de sap\u00e9. Foram, depois, esquadrados os quarteir\u00f5es para o in\u00edcio da povoa\u00e7\u00e3o urbana.</p>\r\n<p>Em 1856 Jos\u00e9 Alves Mira e Mariano Lopes, propriet\u00e1rios da Fazenda Rio do Peixe, resolveram doar vinte alqueires de terra da mencionada fazenda sob a invoca\u00e7\u00e3o de Divino Esp\u00edrito Santo, onde se constituiria no local a cidade de Dois C\u00f3rregos.</p>\r\n<p><strong>Fonte: doiscorregos.sp.gov.br</strong></p>\r\n<p><b>--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</b></p>\r\n<p><br /><b>Vital Brazil Mineiro da Campanha</b></p>\r\n<p>M\u00e9dico, herpet\u00f3logo e higienista brasileiro nascido em Campanha, Minas Gerais,\u00a0<b>um dos maiores nomes da hist\u00f3ria da pesquisa m\u00e9dica no Brasil e o descobridor do soro antiof\u00eddico.</b></p>\r\n<p><b><br /></b>O seu estranho nome foi criado por seu pai, Jos\u00e9 Manoel dos Santos Pereira J\u00fanior, que resolveu colocar em cada um dos seus oito filhos um nome diferente como vingan\u00e7a contra sua pr\u00f3pria fam\u00edlia, com a qual estava brigado. Assim seu nome foi composto com Vital, o nome do santo do dia, Brazil, que na \u00e9poca se escrevia com z, Mineiro de Minas Gerais, e Campanha, cidade natal no sul de Minas. Sua m\u00e3e, D. Mariana Carolina Pereira de Magalh\u00e3es era prima de Joaquim Jos\u00e9 da Silva Xavier, o Tiradentes.</p>\r\n<p><br />Passou a inf\u00e2ncia nas cidades mineiras de Campanha, Itajub\u00e1 e Caldas, trabalhando desde os 9 anos para ajudar a fam\u00edlia. Com 15 anos foi para S. Paulo com a fam\u00edlia, onde passou o resto da sua juventude entre o trabalho e os estudos preparat\u00f3rios para cursar Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, ent\u00e3o \u00fanica escola de medicina no sul do pa\u00eds. Assim,\u00a0<img alt=\"\" class=\"image-right\" src=\"../../VitalBrazil.jpg/@@images/4d9555ed-9dee-4c25-a9f9-44a47acbf230.jpeg\" title=\"\" />com 21 anos ele foi para o Rio, onde trabalhou como escrevente da pol\u00edcia e professor, para sustentar-se e custear seus estudos na Faculdade.</p>\r\n<p><br /><b>Formou-se em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1891), indo inicialmente clinicar em Botucatu, interior de S\u00e3o Paulo. Ap\u00f3s um per\u00edodo em Paris, iniciou as campanhas (1892) contra a febre amarela, a c\u00f3lera e a peste bub\u00f4nica, no Estado de S\u00e3o Paulo.</b></p>\r\n<p><br />Preparou os primeiros soros comprovadamente eficazes contra os venenos dos cr\u00f3talos e das cobras do g\u00eanero Bothrops, no Instituto Bacteriol\u00f3gico de S\u00e3o Paulo (1898). Ap\u00f3s sua cria\u00e7\u00e3o por Adolfo Lutz, assumiu a dire\u00e7\u00e3o do Instituto Soroter\u00e1pico (1899) que originaria a funda\u00e7\u00e3o do Instituto Butant\u00e3 (1905), onde come\u00e7ou a pesquisar um tipo de soro antiof\u00eddico. Na \u00e9poca empreendeu dois tipos de campanha, uma trocava doses de soro por mais cobras vivas para fabricar mais soro e a outra era de esclarecimento da popula\u00e7\u00e3o rural sobre quais as cobras venenosas e as n\u00e3o.</p>\r\n<p><br />Foi \u00e0 Europa estudar no Instituto Pasteur, visitou diversos pa\u00edses e voltou ao Brasil (1914). Foi no Congresso Cient\u00edfico Pan-Americano (1915), que teve oportunidade de aplicar seu soro, no Bronx.</p>\r\n<p><br />Mudando-se para Niter\u00f3i, RJ,\u00a0<b>fundou o Instituto de Higiene, Soroterapia e Veterin\u00e1ria</b>\u00a0(1919), para preparo de soros e vacinas,\u00a0<b>hoje Instituto Vital Brasil</b>. Vi\u00favo (1913), casou-se novamente (1920) com Dinah Carneiro Vianna.</p>\r\n<p><br /><b>Voltou a dirigir o Butant\u00e3 (</b>1924), mas o deixou novamente para reassumir a dire\u00e7\u00e3o do Vital Brasil (1927), permanecendo ali pelo resto da vida.</p>\r\n<p><br /><b>Dentre suas obras escritas destacaram-se: O ofidismo no Brasil (1906) e A defesa contra o ofidismo (1911), vers\u00e3o francesa 1914).</b></p>\r\n<p>Participando de campanhas contra epidemias, contraiu peste bub\u00f4nica e febre amarela e morreu em 8 de maio (1950), no Rio de Janeiro, aos 85 anos, ainda na dire\u00e7\u00e3o do Instituto Vital Brazil.</p>\r\n<p><strong>Fonte:\u00a0dec.ufcg.edu.br</strong></p>\r\n<p><b>--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</b></p>\r\n<p><br /><b>Maria Martins</b><br /><br />A campanhense Maria de Lourdes Alves, conhecida como Maria Martins (1900-73). filha de Jo\u00e3o Luiz Alves, jurista, literato\u00a0<img alt=\"\" class=\"image-left\" src=\"../../MariaMartins.jpg/@@images/0b73d278-966c-404f-a771-725342252444.jpeg\" title=\"\" />e pol\u00edtico que aqui iniciou sua carreira \u00e9, ainda hoje, a maior escultora brasileira conhecida internacionalmente. Maria Martins casou-se ainda muito mo\u00e7a, com o escritor, historiador e ensa\u00edsta, Ot\u00e1vio Tarqu\u00ednio de Souza. Depois casou-se com Carlos Martins, nosso Embaixador em Bruxelas, Paris, T\u00f3quio e nos Estados Unidos. Maria Martins sempre o acompanhou em suas viagens. Na \u00c1sia, ela colheu enormes conhecimentos daquele continente. Visitou a China quando come\u00e7ou a abrir as portas para o mundo, chegando a entrevistar Mao-Ts\u00e9-Tung. Suas viagens lhe renderam um livro \u2013 \u00c1sia Maior, mas sua grande import\u00e2ncia foi no campo da escultura. Em viagens pela Europa e Estados Unidos, desenvolveu sua t\u00e9cnica em bronze, conheceu Andr\u00e9 Breton criador do Manifesto Surrealista e tornou-se amiga do artista Marcel Duchamp, posteriormente seu amante, que chegou a realizar trabalhos em sua homenagem e utilizou-a como modelo. As obras de Maria Martins fazem parte do acervo art\u00edstico do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMa), Museu de Arte Moderna em S\u00e3o Paulo (MAM), Pa\u00e7o das Artes da USP; tamb\u00e9m encontram-se trabalhos no Rio de Janeiro e na Fran\u00e7a. Uma boa parte de seu acervo pertence a colecionadores particulares. Como disse o cr\u00edtico de arte M\u00e1rio Pedrosa, as suas obras de car\u00e1ter surrealista t\u00eam profundas ra\u00edzes no barroco brasileiro. A casa onde nasceu Maria Martins est\u00e1 localizada \u00e0 Pra\u00e7a Dom Ferr\u00e3o da Campanha e conserva algumas caracter\u00edsticas da arquitetura colonial.</p>\r\n<p><b>Fonte de Pesquisa: Invent\u00e1rio de Prote\u00e7\u00e3o do Acervo Cultural de Campanha MG - Ano de 2001</b></p>\r\n<p><b>--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</b></p>\r\n<p><b>Padre Victor</b><br /><br />Padre Victor nasceu em Campanha - MG, no dia 12 de abril de 1827 e foi batizado aos 20 de abril do mesmo ano, pelo Pe. Ant\u00f4nio Manoel Teixeira.<img src=\"https://www.campanha.mg.leg.br/PadreVictor.jpg\" alt=\"\" class=\"image-right\" title=\"\" />\u00a0Era filho da escrava Louren\u00e7a Maria de Jesus. Sua madrinha de batismo foi a senhora Marianna B\u00e1rbara Ferreira.</p>\r\n<p><br />Dom Ant\u00f4nio Ferreira Vi\u00e7oso, bispo de Mariana - MG, visitou Campanha - MG no ano de 1848. O alfaiate Victor procurou Dom Vi\u00e7oso nesta ocasi\u00e3o, manifestando-lhe o desejo de ser padre. O Bispo o recebeu com grande alegria. Dirigiu-se da cidade de Campanha - MG ao Semin\u00e1rio de Mariana - MG, tendo sido aceito em 05 de junho de 1849. O bispo Dom Vi\u00e7oso o apoiava e estimava, chegando a proclamar as virtudes deste jovem. Ordenado em 14 de junho de 1851, permaneceu em Campanha - MG, como coadjutor, de 17 de agosto de 1851 at\u00e9 13 de junho de 1852, vindo para Tr\u00eas Pontas - MG em 14 de junho do mesmo ano, como Vig\u00e1rio Encomendado.</p>\r\n<p><br />Logo que assumiu seus trabalhos na par\u00f3quia, visitava doentes, amparava os inv\u00e1lidos, zelava pela inf\u00e2ncia desvalida, atendia a popula\u00e7\u00e3o em suas necessidades. A sua dedica\u00e7\u00e3o, as suas virtudes o fizeram admirado por todos, pois assumiu a dire\u00e7\u00e3o da par\u00f3quia com zelo e carinho, desta maneira colocando-se acima de todas as cr\u00edticas. Procurou catequizar e instruir o seu povo, chegando a criar a escola \u201cSagrada Fam\u00edlia\u201d, com uma organiza\u00e7\u00e3o perfeita. Por ele passaram brasileiros de grande proje\u00e7\u00e3o social: Dom Jo\u00e3o de Almeida Ferr\u00e3o, primeiro bispo de Campanha - MG; o C\u00f4nego Jos\u00e9 Maria Rabello, que foi o coadjutor de Padre Victor. Padre Victor fez de muitos filhos de fam\u00edlias humildes homens de cultura que passaram a viver da intelig\u00eancia, nas mais variadas profiss\u00f5es.</p>\r\n<p><br /><b>Padre Victor pregou, pelo exemplo, a f\u00e9, a esperan\u00e7a, a fortaleza, a prud\u00eancia, a justi\u00e7a, a obedi\u00eancia, a castidade, a temperan\u00e7a, a humildade, o temor a Deus e, sobretudo, a caridade. Amava a Deus na pessoa do seu semelhante, de modo especial nos mais pobres. Os paroquianos, em suas necessidades recorriam a ele. Era bom, por\u00e9m en\u00e9rgico. \u201cPadre Victor vivia de esmolas e dava esmolas\u201d.</b></p>\r\n<p><br />Paroquiou Tr\u00eas Pontas - MG, por cinq\u00fcenta e tr\u00eas (53) anos. Faleceu no dia 23 de setembro de 1905. A not\u00edcia abalou a cidade e toda a regi\u00e3o que j\u00e1 o venerava. A popula\u00e7\u00e3o chorou a morte de seu l\u00edder, de seu protetor, do mensageiro entre Deus e os homens.\u00a0<b>Ficou insepulto tr\u00eas dias e de seu corpo exalava perfume.</b>\u00a0Em vista do grande n\u00famero de pessoas que compareceram ao sepultamento, foi necess\u00e1rio fazer uma prociss\u00e3o pelas ruas da cidade, voltando novamente \u00e0 Matriz, por ele constru\u00edda e onde foi enterrado.</p>\r\n<p><b>Em processo de Beatifica\u00e7\u00e3o no Vaticano.</b></p>\r\n<p><b>Fonte do Texto: paroquiadajuda.com</b></p>\r\n<p><b>----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</b></p>\r\n<p><b>Gaspar Jos\u00e9 Ferreira Lopes (Campanha, 19 de mar\u00e7o de 1851 \u2013 Alfenas, 24 de dezembro de 1939), mais conhecido por \u201cGaspar Lopes\u201d, foi um m\u00e9dico e pol\u00edtico brasileiro.</b></p>\r\n<p>Gaspar Ferreira Lopes era filho de Francisco de Paula Ferreira Lopes J\u00fanior e de Maria Teodora de Sales; neto paterno de Francisco de Paula Ferreira Lopes e de Rita de C\u00e1sia Paiva. Casou-se com Alexandrina Gomes do Prado \u2013 natural de Paragua\u00e7u \u2013 com quem teve quatorze filhos: Gasparina do Prado Ferreira Lopes, No\u00eamia do Prado Ferreira Lopes, Juarez do Prado Ferreira Lopes, Ester do Prado Ferreira Lopes, Maria do Prado Ferreira Lopes, Lu\u00eds do Prado Ferreira Lopes (falecido na inf\u00e2ncia), Nelson do Prado Ferreira Lopes (pai do jornalista Nelson Toledo Lopes), Lu\u00eds do Prado Ferreira Lopes (outro), Jos\u00e9 Ferreira Prado Lopes, J\u00fania do Prado Ferreira Lopes, Jo\u00e3o Gaspar Lopes, Aguinaldo do Prado Ferreira Lopes, Helo\u00edsa Ferreira Lopes e Jos\u00e9 Ferreira Lopes. Exerceu a medicina em Alfenas, onde foi delegado de Policia de Higiene, Juiz de \u00d3rf\u00e3os, promotor, vereador, presidente da C\u00e2mara e prefeito. Posteriormente, foi eleito deputado estadual e senador, pelo estado de Minas Gerais.</p>\r\n<p><strong>Homenagens</strong></p>\r\n<p>Em sua homenagem a antiga esta\u00e7\u00e3o de estada de ferro da \u201cRede Sul Mineira\u201d, que fora inaugurada em 1897, passou a se chamar \u201cEsta\u00e7\u00e3o Gaspar Lopes\u201d. Ao lado da esta\u00e7\u00e3o foi se formando um povoado, que deu origem ao atual bairro de \u201cGaspar Lopes\u201d. Dessa esta\u00e7\u00e3o, na segunda d\u00e9cada do s\u00e9culo XX, partiam os vapores pelo rio Sapuca\u00ed at\u00e9 o porto de Cerrito, em Carmo do Rio Claro, cento e cinco quil\u00f4metros ao norte, para levar e trazer mercadorias de Alfenas, a primeira cidade mineira a instalar f\u00e1bricas de manteiga. Em 1940, ainda existia a navega\u00e7\u00e3o: os barcos, chamados \"vapores\", sa\u00edam \u00e0s segundas e quintas-feiras \u00e0s seis horas da manh\u00e3 para Cerrito, passando e parando pelos portos de Amoras, Campo Verde, Barranco Alto, Azevedo, Correnteza, \u00c1guas Verdes, Santa Rosa, Porto Ponte, Tromba e finalmente Cerrito. \u00c0s ter\u00e7as e sextas feiras o vapor retornava para Fama. Grande por\u00e7\u00e3o desta regi\u00e3o, entre as esta\u00e7\u00f5es de Varginha e de Jur\u00e9ia , atualmente est\u00e1 na \u00e1rea inundada pela Represa de Furnas, composta pelo Rio Sapuca\u00ed, submergindo muitos trechos do antigo leito da ferrovia.</p>\r\n<p><strong>Fonte: Wikip\u00e9dia. Publicado em:\u00a0<a href=\"http://pt.wikipedia.org/wiki/Gaspar_Jos%C3%A9_Ferreira_Lopes\" target=\"_blank\">http://pt.wikipedia.org/wiki/Gaspar_Jos%C3%A9_Ferreira_Lopes</a></strong></p>\r\n<p><b>----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</b></p>\r\n<p><br /><b>Jos\u00e9 Pedro Xavier da Veiga - Jornalista, Senador e\u00a0o precursor nos estudos sobre jornalismo em Minas\u00a0</b></p>\r\n<p>Jos\u00e9 Pedro Xavier da Veiga foi um dos grandes intelectuais mineiros do s\u00e9culo 19, um jornalista de destaque, um importante historiador e pol\u00edtico. Al\u00e9m disso, foi o precursor nos estudos sobre jornalismo nas Minas Gerais. Sua monografia\u00a0 \u201cA imprensa de Minas Gerais 1807-1897\u201d (In: Revista do Arquivo P\u00fablico Mineiro, Ano III, 1898. pp. 169-249) foi o primeiro trabalho sobre jornalismo produzido no Estado. Ele era de uma fam\u00edlia de grande tradi\u00e7\u00e3o na pol\u00edtica, na imprensa e na cultura. Um exemplo disso foi seu tio Evaristo da Veiga, o redator da Aurora Fluminense, que contribui bastante para a abdica\u00e7\u00e3o de D. Pedro I, fundador do Jornal\u00a0 Aurora Fluminense, no Rio de Janeiro, uma refer\u00eancia do jornalismo brasileiro no s\u00e9culo 19.</p>\r\n<p>No dia 13 de abril de 1846, nasceu Jos\u00e9 Pedro Xavier da Veiga, em Campanha, nas Minas Gerais. Edilane Maria de Almeida Carneiro e Marta Elo\u00edsa Melga\u00e7o Neves descrevem bem a hist\u00f3ria dele na introdu\u00e7\u00e3o da obra prima de Xavier da Veiga, Efem\u00e9rides mineiras, reeditada em 1998, pela Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro.</p>\r\n<p>At\u00e9 os 10 anos, ele n\u00e3o freq\u00fcentou a escola, por ter sa\u00fade muito fr\u00e1gil. Mas seu pai o alfabetizou, e o conv\u00edvio com a fam\u00edlia culta, que participava muito da vida pol\u00edtica, o incentivou a tornar-se intelectual e militante.</p>\r\n<p>Aos 11 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, trabalhando por cinco anos na livraria de seu tio Jo\u00e3o Pedro. Com 12 anos, apesar da pouca idade, participou da funda\u00e7\u00e3o da Sociedade de Ensaios Liter\u00e1rios, e na revista da entidade publicaria seus primeiros textos. Na primeira edi\u00e7\u00e3o da revista, em 1863, ele trazia o artigo \"Estrela do Sul (Prov\u00edncia de Minas)\", defendendo a bandeira de sua fam\u00edlia, ou seja, a cria\u00e7\u00e3o de uma nova prov\u00edncia no sul das Minas.</p>\r\n<p>Em 1867, Xavier da Veiga foi para S\u00e3o Paulo cursar a Faculdade de Direito. L\u00e1 teve a oportunidade de conviver com pessoas que influenciariam a hist\u00f3ria das Minas e do Brasil, como Silviano Brand\u00e3o, Afonso Pena, Feliciano Pena e Crispim Jacques Bias Fortes. No entanto, por problemas pulmonares, teve que retornar a Campanha antes de terminar o curso.</p>\r\n<p><br />De 1870 a 1878, foi escriv\u00e3o dos \u00d3rf\u00e3os, em Lavras, onde estabeleceu um cart\u00f3rio e passou a militar no Partido Conservador. Ele seria uma das lideran\u00e7as conservadoras da prov\u00edncia (depois estado), elegendo-se em v\u00e1rios pleitos como deputado estadual e uma vez senador, e se destacaria defendendo quest\u00f5es nobres como a educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica e a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura.</p>\r\n<p>Xavier da Veiga dedicou boa parte de sua carreira pol\u00edtica \u00e0 defesa da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Em 1872, quando ainda era escriv\u00e3o em Lavras, fundou a Sociedade Propagadora da Instru\u00e7\u00e3o. \"Pautando-se sempre pela defesa da instru\u00e7\u00e3o p\u00fablica e ampliando seu enfoque para al\u00e9m das propostas de ensino prim\u00e1rio, prop\u00f4s em anos posteriores a cria\u00e7\u00e3o de cadeiras noturnas e de escolas de ensino profissional e agr\u00edcola.\" (Introdu\u00e7\u00e3o de Carneiro e Neves, in Veiga, 1998, p. 23). Sua \u00faltima luta pol\u00edtica foi contra a mudan\u00e7a da capital das Minas, de Ouro Preto.\u00a0<b>Quando foi administrar o Arquivo P\u00fablico Mineiro, largou a vida pol\u00edtica.</b></p>\r\n<p><br />Em 1878, Xavier da Veiga mudou-se para Ouro Preto e comprou, com Pedro Maria da Silva Brand\u00e3o, uma tipografia. No ano seguinte os s\u00f3cios lan\u00e7avam o jornal A Prov\u00edncia de Minas, que se apresentava como \u00f3rg\u00e3o do Partido Conservador. No primeiro n\u00famero a publica\u00e7\u00e3o explicava que tinha como objetivo defender os conservadores de \"injusti\u00e7as cru\u00e9is\" e \"persegui\u00e7\u00f5es revoltantes\". O jornal circulou at\u00e9 novembro de 1889, quando ocorreu a proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica.</p>\r\n<p><b><br />Mineiro importante</b></p>\r\n<p>A partir de 27 de novembro de 1889, Xavier da Veiga passou a publicar o jornal A Ordem, \"inaugurando um novo prop\u00f3sito: demonstrar a necessidade de que o novo regime republicano fosse aceito pacificamente em Minas Gerais\" (Introdu\u00e7\u00e3o de Carneiro e Neves, in Veiga, 1998, p. 20). A publica\u00e7\u00e3o circulou at\u00e9 31 de dezembro de 1892.</p>\r\n<p><b>Uma grande contribui\u00e7\u00e3o de Xavier da Veiga foi cria\u00e7\u00e3o da Revista do Arquivo P\u00fablico Mineiro, em 1896. Um ano antes ele havia abandonado sua cadeira de senador para fundar o Arquivo Publico Mineiro</b>. O \u00f3rg\u00e3o seguia os princ\u00edpios do Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico Brasileiro (IHGB), e tinha como objetivo reunir fontes prim\u00e1rias importantes para a hist\u00f3ria e geografia das Minas Gerais.</p>\r\n<p>No decreto de cria\u00e7\u00e3o do Arquivo P\u00fablico Mineiro estava prevista a cria\u00e7\u00e3o de uma revista, o que foi feito por Xavier da Veiga. O primeiro n\u00famero, de 1896, organizado em quatro fasc\u00edculos, publicou muitas fontes prim\u00e1rias. E, na revista, sa\u00edram ensaios de grande import\u00e2ncia para a historiografia mineira. O pr\u00f3prio Xavier da Veiga escreveu importantes textos, como \"A imprensa em Minas Gerais (1807-1897)\", que inaugurou os estudos jornal\u00edsticos no estado, e \"Minas Gerais e Rio de Janeiro (Quest\u00e3o de Limites)\", que ajudou na negocia\u00e7\u00e3o sobre a fronteira entre os dois estados. Ele trabalhou no APM at\u00e9 morrer e foi respons\u00e1vel pelos cinco primeiros n\u00fameros da revista, que depois ficaria a cargo do tamb\u00e9m importante jornalista, pol\u00edtico e historiador Augusto de Lima.</p>\r\n<p>A monografia de Xavier da Veiga, publicada na Revista do Arquivo Publico, n\u00ba 3, de 1898, com o t\u00edtulo \"A imprensa em Minas Gerais (1807-1897)\", faz nascer os estudos sobre jornalismo no estado. Com 80 p\u00e1ginas, o texto faz um relato do primeiro s\u00e9culo da imprensa nas Minas, e traz um invent\u00e1rio com as publica\u00e7\u00f5es que surgiram nestes 100 anos.</p>\r\n<p><br />O estudo, at\u00e9 hoje, \u00e9 utilizado por historiadores e pesquisadores do jornalismo. Ningu\u00e9m conseguiu superar Xavier da Veiga, sua monografia continua a principal refer\u00eancia sobre a hist\u00f3ria da imprensa mineira. Surgiram registros e an\u00e1lises de fatos isolados, de jornalistas ou da hist\u00f3ria do jornalismo em cidades das Minas; mas faltam publica\u00e7\u00f5es que tenham um olhar \"macro\" sobre a mem\u00f3ria da imprensa no estado.<br /><b><i>Fonte: Observat\u00f3rio da Imprensa \u2013 O Precursor dos Estudos do Jornalismo em Minas \u2013 Autor do Texto: Jairo Faria Mendes em 3/8/2004</i></b></p>\r\n<p><b><i>----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</i></b></p>\r\n<p><b>\u00a0</b></p>\r\n<p><b>Monsenhor Jos\u00e9 do Patroc\u00ednio Lefort (Campanha, 5 de junho de 1914 \u2014 15 de dezembro de 1997)</b></p>\r\n<p>Foi um sacerdote brasileiro da Diocese da Campanha. Foi historiador, genealogista, Arquivista, heraldista, filateslista, numismata e orquid\u00f3filo de reconhecido destaque.</p>\r\n<p>Monsenhor Lefort era filho de Francisco Augusto Lefort e de Palmira Antonieta Alves e descendente do franc\u00eas Fran\u00e7ois Lefort, que veio para o Brasil em 1855, tendo falecido a 8 de novembro de 1906, na cidade mineira da Campanha.</p>\r\n<p>Realizou todos seus estudos em Campanha, onde sempre residiu. Ordenou-se sacerdote em 5 de dezembro de 1937, em Mariana.</p>\r\n<p>Foi professor de grego, latim, franc\u00eas, \u00e1lgebra, geografia, corografia e cosmografia no Semin\u00e1rio da Diocese da Campanha e em col\u00e9gios daquela cidade mineira.</p>\r\n<p>Exerceu, por longos anos, o cargo de chanceler do Bispado de Campanha, cujos arquivos organizou e franqueou aos genealogistas de todo o pa\u00eds.</p>\r\n<p>Historiador renomado, desde 1939, dedicou-se \u00e0 pesquisa de fatos hist\u00f3ricos e personagens do sul de Minas Gerais.</p>\r\n<p>O seu falecimento abriu enorme lacuna na vida intelectual do Brasil, em especial na Hist\u00f3ria e na Genealogia.</p>\r\n<p><b>Bibliografia:</b>\u00a0Dentre as obras de sua autoria, destacam-se as seguintes:</p>\r\n<p>Anu\u00e1rio Eclesi\u00e1stico da Diocese da Campannha (25 volumes -1939/1963)<br />Varginha (1953)<br />O Sul de Minas e as Bandeiras (1963)<br />Descoberta e povoamento do Sul de Minas (1970)<br />A Cidade da Campanha (1970)<br />Padre V\u00edtor -o campanhense trespontano (1989 - 2 edi\u00e7\u00f5es)<br />Nh\u00e1 Chica - Francisca de Paula de Jesus Isabel (1989 - 3 edi\u00e7\u00f5es)<br />A Fam\u00edlia Vilela cap\u00edtulo de \"As Tr\u00eas Ilhoas\"\" , de Jos\u00e9 Guimar\u00e3es (1990)<br />Fam\u00edlias Campanhenses (1995)</p>\r\n<p><b><i>FONTE: WIKIP\u00c9DIA. Publicado em:\u00a0</i></b><a href=\"http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_do_Patroc%C3%ADnio_Lefort\" target=\"_blank\"><b><i>http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_do_Patroc%C3%ADnio_Lefort</i></b></a></p>\r\n<p><b><i>----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</i></b></p>\r\n<p><b>DOM JO\u00c3O DE ALMEIDA FERR\u00c3O - 1\u00ba BISPO DA DIOCESE DA CAMPANHA MG</b></p>\r\n<p>A cidade de Campanha, considerada ber\u00e7o do Sul de Minas, sempre contou com filhos ilustres. Dentre considerado n\u00famero de diletos filhos, como encontramos noticiado no jornal \u201cAlmanach Sul-Mineiro\u201d de 1874, encontramos o Capit\u00e3o Francisco Ferr\u00e3o de Almeida Trant, descendente de distinta fam\u00edlia de militares, que prestou servi\u00e7os \u00e0 causa p\u00fablica e foi por longos anos um dos escriv\u00e3es do Ju\u00edzo, al\u00e9m de protetor e regente da Irmandade das Merc\u00eas, \u00e0 qual era confiada a capela das Merc\u00eas, e fiel benfeitor da Igreja das Dores. Com f\u00e9 forte e confiante, conduziu sua fam\u00edlia. Um de seus filhos, Jo\u00e3o de Almeida Ferr\u00e3o, foi ordenado e tornou-se o primeiro bispo da Campanha.</p>\r\n<p>D. Ferr\u00e3o, nasceu em Campanha a 30 de julho de 1853. Seus estudos prim\u00e1rios, na \u00e9poca denominado de \u201cestudos de humanidades\u201d, foram feitos na cidade natal. Depois, em Tr\u00eas Pontas/MG continuou seus estudos sob a Tutela do Servo de Deus Padre Francisco de Paula Victor, o \u201dPe. Victor, \u201co santo de Tr\u00eas Pontas\u201d, homem de grandes virtudes. Seguiu para Mariana onde concluiu essa etapa, sob a dire\u00e7\u00e3o e os cuidados de D. Vi\u00e7oso, cuja fama de santidade tamb\u00e9m \u00e9 conhecida. O seminarista Ferr\u00e3o recebeu das m\u00e3os do santo Bispo, em maio de 1873, ap\u00f3s concluir os estudos de teologia do Semin\u00e1rio do Cara\u00e7a, a tonsura e as ordens menores. Fruto de todo processo formativo, D. Ferr\u00e3o tinha uma f\u00e9 robusta e intelig\u00eancia privilegiada. Recebeu o sub-diaconato em 30 de mar\u00e7o de 1875. Foi ordenado di\u00e1cono por Dom Jo\u00e3o Ant\u00f4nio dos Santos, o virtuoso Bispo de Diamantina, no dia 24 de junho de 1876 na Catedral de Diamantina e no dia seguinte, 25 de junho de 1876 o presbiterato.</p>\r\n<p>Pe. Jo\u00e3o chegou a Campanha em 16 de julho de 1876, cantou sua primeira missa na antiga Matriz no dia 30 de julho, dia de seu anivers\u00e1rio natal\u00edcio. Foi capel\u00e3o da Igreja das Dores, Provedor e Diretor do Gin\u00e1sio S\u00e3o Lu\u00eds Gonzaga (Campanha) permanecendo em Campanha at\u00e9 1886, depois foi p\u00e1roco de Machadinho (hoje Po\u00e7o Fundo/MG) at\u00e9 sua transfer\u00eancia para a Diocese de S\u00e3o Paulo. Em S\u00e3o Paulo, sob o convite de D. Lino Deodato Rodrigues de Carvalho foi professor de Filosofia e de Teologia Dogm\u00e1tica no Semin\u00e1rio de S\u00e3o Paulo, e P\u00e1roco de Carmo da Escaramu\u00e7a (atual Paragua\u00e7u/MG) que ent\u00e3o pertencia \u00e0quela diocese. Neste per\u00edodo ele seguiu para Europa, junto com D. Silv\u00e9rio Gomes Pimenta, bispo de Mariana, tendo percorrido a Fran\u00e7a, a It\u00e1lia, a Espanha, o Egito at\u00e9 chegar \u00e0 Terra Santa. Regressando a Campanha, seguiu em 1897 para ser professor de Franc\u00eas no Gin\u00e1sio Normal de Tr\u00eas Pontas, at\u00e9 1898 quando foi nomeado Vig\u00e1rio de Varginha.</p>\r\n<p>Em agosto de 1901, chamado por D. Jo\u00e3o Baptista Correa Nery, seguiu para Pouso Alegre/MG, onde foi professor de Direito Can\u00f4nico e de Moral no Semin\u00e1rio de Pouso Alegre, Prelado Dom\u00e9stico de Sua Santidade o Papa Le\u00e3o XIII (07-10-1903), Conselheiro Diocesano (28-02-1904), Protonot\u00e1rio Apost\u00f3lico de Pio X (27-08-1905), C\u00f4nego Catedr\u00e1tico e Arcipreste do cabido de Pouso Alegre (18-03-1907) e Vig\u00e1rio Geral de Pouso Alegre em 28 de outubro de 1901. S. Excia era Conde da Santa S\u00e9 e Assistente ao S\u00f3lio Pontif\u00edcio.</p>\r\n<p>Desde o final do s\u00e9culo XIX cogitava-se a cria\u00e7\u00e3o de uma diocese no Sul de Minas Gerais, o que acabou se concretizando em 1901 com a funda\u00e7\u00e3o da Diocese de Pouso Alegre. No entanto, a cidade de Pouso Alegre n\u00e3o era a \u00fanica a postular receber a sede de um bispado. Campanha, mesmo porque como j\u00e1 afirmamos, sendo o \u201cber\u00e7o\u201d do Sul de Minas tamb\u00e9m atrav\u00e9s de seus tantos diletos e influentes filhos, buscaram para a terra natal, t\u00e3o ilustre presente e gra\u00e7a de Deus. Isto exigiu esfor\u00e7o de muitos campanhenses, de forma singular e aprofundado o indispens\u00e1vel e incans\u00e1vel empenho do ent\u00e3o Monsenhor Ferr\u00e3o, Vig\u00e1rio Geral de D. Nery, para a funda\u00e7\u00e3o e ere\u00e7\u00e3o da S\u00e9 da Campanha, que ao ser criada teve como Administrador Apost\u00f3lico D. Nery e em 29 de abril de 1909, nomeado por Sua Santidade o Papa Pio X, S\u00e3o Pio X, o Monsenhor Jo\u00e3o de Almeida Ferr\u00e3o, para ser \u201cpr\u00edncipe da Igreja\u201d, servidor do Senhor, Pai e Pastor, um Bispo zeloso.</p>\r\n<p>Mons. Ferr\u00e3o foi preconizado Bispo Diocesano da Campanha a 27 de abril de 1909 e sagrado bispo por S. Em\u00aa. Dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, cardeal do Rio de Janeiro, auxiliado por Dom Nery (agora bispo de Campinas/SP) e de Dom Ant\u00f4nio Assis (ent\u00e3o bispo de Pouso Alegre/MG), a 12 de setembro de 1909 em uma solene cerim\u00f4nia na Igreja Matriz de Campanha, agora elevada \u00e0 Igreja M\u00e3e da Diocese da Campanha, Catedral do bispado. O lema de seu Bras\u00e3o episcopal foi \u201cDominus Fortitudo Nostra\u201d - O Senhor \u00e9 Nossa Fortaleza (Salmo 42,2).</p>\r\n<p>Tomando posse da Diocese, logo fundou o Semin\u00e1rio de Nossa Senhora das Dores, o Gin\u00e1sio Diocesano S\u00e3o Jo\u00e3o, organizou as Par\u00f3quias da Diocese, seus col\u00e9gios e escolas, suas Associa\u00e7\u00f5es Religiosas, al\u00e9m de trazer in\u00fameras congrega\u00e7\u00f5es religiosas para a Diocese. Dom Ferr\u00e3o visitou in\u00fameras vezes a Diocese, e por alguns anos o fez sobre um cavalo. Suas visitas seguiam o Ritual oficial das Visitas Pastorais dos Bispos, seguindo todo cerimonial e pompa. Com muito cuidado e organiza\u00e7\u00e3o, constituiu vultosas quantias tanto em dinheiro, quanto em patrim\u00f4nio para a sobreviv\u00eancia da Diocese e manuten\u00e7\u00e3o do Semin\u00e1rio. Por alguns anos prestou bons servi\u00e7os a Dom Epaminondas, no bispado de Taubat\u00e9, onde efetuou muitas ordena\u00e7\u00f5es religiosas e diocesanas.</p>\r\n<p>D. Ferr\u00e3o dispensou sempre profundo respeito e amizade sincera aos seus filhos espirituais, desde os empregados mais humildes, bem como para com seus seminaristas que \u201ceram a pupila de seus olhos paternais\u201d, at\u00e9 os velhos sacerdotes que o ajudavam no m\u00fanus pastoral.</p>\r\n<p>Com 83 anos de vida, faleceu em Campanha na noite de Natal (24 para 25 de dezembro de 1935). \u201cMal soaram as badaladas que anunciavam a meia-noite santa, o grande Bispo estremeceu uns instantes e, entre as ora\u00e7\u00f5es dos que o cercavam, entrega a sua alma c\u00e2ndida ao Senhor\u201d (assim anunciava ao Clero e aos Fi\u00e9is a infausta not\u00edcia, o bispo Coadjutor Dom Inoc\u00eancio).</p>\r\n<p><b>Fonte: Diocese da Campanha</b></p>\r\n<p>---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p>\r\n<p><b>Bernardo Saturnino da Veiga<br /><br />Bernardo Saturnino da Veiga (Campanha, 1842 \u2014 Campanha, ?) foi um jornalista, escritor e empres\u00e1rio , monarquista mineiro. Foi comendador da Ordem de Cristo, oficial superior (Tenente-Coronel) da Guarda Nacional, funcion\u00e1rio p\u00fablico, s\u00f3cio do Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico Brasileiro.<br /></b><br />Nascido numa fam\u00edlia de intelectuais e jornalistas, foi um entusiasta da causa separatista do sul de Minas, com intuito de formar uma nova prov\u00edncia. Em 1 de janeiro de 1872, na cidade da Campanha, fundou, com seus irm\u00e3os, o peri\u00f3dico \"Monitor Sul Mineiro\", de orienta\u00e7\u00e3o conservadora e monarquista, \u00f3rg\u00e3o que funcionou at\u00e9 o ano de 1896, e que tinha, dentre outras propostas de sua linha editorial, o objetivo de propagar o movimento separatista no sul de Minas. A ep\u00edgrafe do \"Monitor Sul Mineiro\" era: \"Lemos no presente, soletramos no futuro\".</p>\r\n<p>Na cidade da Campanha, foram impressos os principais jornais separatistas da regi\u00e3o, como o \"Opini\u00e3o Campanhense\" (1832), o \"Nova Prov\u00edncia\" (1854) e o \"Sul de Minas\" (1859), todos de propriedade de Louren\u00e7o Xavier da Veiga (pai de Bernardo Saturnino) e de Bernardo Jacinto Veiga. Estes dois irm\u00e3os, egressos do Rio de Janeiro \u00e0 cidade da Campanha, em 1818, ali se estabeleceram como livreiros e jornalistas. Tais of\u00edcios provavelmente foram herdados do pai, Francisco Lu\u00eds da Veiga, e do irm\u00e3o, Evaristo da Veiga, o primeiro livreiro da Corte e o segundo redator do importante jornal de tend\u00eancias liberais, o \"Aurora Fluminense\" e autor da letra do \"Hino da Independ\u00eancia.</p>\r\n<p>Em 2005, num trabalho acerca de alguns grupos familiares que compuseram a elite regional sul mineira, Marcos Ferreira de Andrade afirma que \"os membros da fam\u00edlia Veiga foram figuras p\u00fablicas e pol\u00edticas que souberam se servir muito bem da palavra impressa para enaltecer as qualidades do sul de Minas Gerais de maneira a justificar a independ\u00eancia administrativa desta regi\u00e3o\". Dentre os diversos empreendimentos que realizou destaca-se a explora\u00e7\u00e3o das \u00e1guas minerais de S\u00e3o Louren\u00e7o, atrav\u00e9s da \u2018\u2019\u2019Companhia das \u00c1guas Minerais de S\u00e3o Louren\u00e7o\u2019\u2019\u2019, a qual foi vendida, em 1905 a Afonso Fran\u00e7a. Na cidade de S\u00e3o Louren\u00e7o, em 1892, Bernardo Saturnino promoveu a constru\u00e7\u00e3o da igreja de Bom Jesus do Monte, depois consagrada a S\u00e3o Louren\u00e7o, em homenagem a seu pai, o Coronel Louren\u00e7o Xavier da Veiga.</p>\r\n<p>A Cria\u00e7\u00e3o de uma diocese no sul de Minas era antigo desejo da popula\u00e7\u00e3o e, em 1891, Bernardo Saturnino da Veiga, assume apoiar esta causa, expedindo carta circular a todos os padres do sul de Minas, lembrando-lhes a inadi\u00e1vel necessidade de se pedir a cria\u00e7\u00e3o de um bispado, com sede na cidade da Campanha, o que iria premiar toda a regi\u00e3o. Na oportuna circular, aparece a advert\u00eancia de um decidido apoio un\u00e2nime e contribui\u00e7\u00f5es espont\u00e2neas para a cria\u00e7\u00e3o desta nova diocese, sendo que as subscri\u00e7\u00f5es que se fizeram para tanto chegaram a atingir 9:000$00, quantia avultada para a \u00e9poca. Por\u00e9m, a Diocese da Campanha s\u00f3 foi criada pelo Decreto Pontif\u00edcio \"Spirituali Fidelium\", do Papa S\u00e3o Pio X, a 8 de setembro de 1907.<br /><br /><b>Genealogia<br /></b><br />Descendia de uma fam\u00edlia tradicional na pol\u00edtica, na imprensa e na cultura. Era filho do Tenente-coronel Louren\u00e7o Xavier da Veiga e de Jesu\u00edna Bernardina da Veiga. Era neto materno de Jos\u00e9 Pedro Xavier de Sales e de \u00c2mgela Bernardina de Sales. Seu av\u00f4 paterno, Francisco Lu\u00eds saturnino da Veiga, emigrou de Portugal, com treze anos de idade, em 1784, tornando-se professor prim\u00e1rio, depois livreiro, tendo se casado com a brasileira Francisca Xavier de Barros, brasileira. Alguns dos filhos de Francisco Lu\u00eds Saturnino da Veiga destacaram-se na vida p\u00fablica: Evaristo da Veiga foi redator da \"Aurora Fluminense\" e foi o autor da letra do \"Hino da Independ\u00eancia\", musicado por Dom Pedro I, tendo, depois, contribu\u00eddo para a abdica\u00e7\u00e3o deste imperador; sendo que foi eleito tr\u00eas vezes deputado pelas Minas Gerais; Bernardo (tio de Bernardo Saturnino) exerceu a presid\u00eancia da prov\u00edncia das Minas, por duas vezes, e foi representante na C\u00e2mara dos Deputados do Imp\u00e9rio, entre 1843 e 1844; Louren\u00e7o, (pai de Bernardo Saturnino) foi propriet\u00e1rio de jornais e lutou pela funda\u00e7\u00e3o de nova prov\u00edncia no sul de Minas Gerais, criando para tanto, na cidade da Campanha, o peri\u00f3dico \"Nova Prov\u00edncia\", que circulou de 1872 a 1898. Seu irm\u00e3o Jos\u00e9 Pedro Xavier da Veiga, intelectual e jornalista, historiador e pol\u00edtico mineiro dos mais influentes do s\u00e9culo XIX, foi o fundador e primeiro diretor do Arquivo P\u00fablico Mineiro, sendo considerado o precursor dos estudos de jornalismo em Minas Gerais, com a realiza\u00e7\u00e3o da monografia \"A imprensa de Minas Gerais 1807-1897\".<br /><br /><b>Bibliografia:<br /></b><br />Monitor Sul-mineiro, ensaio (1872-1896);<br />Almanaque Sul-Mineiro para o ano de 1874, (1874);<br />No\u00e7\u00f5es, enxertos e notas referentes aos mais interessantes conhecimentos humanos, (1879);<br />Tra\u00e7os biogr\u00e1ficos do excelent\u00edssimo senhor Bar\u00e3o de Itapu\u00e1, (1881).<br />Fontes e refer\u00eancias: Revista do Arquivo P\u00fablico Mineiro (Ano III, 1898, pp. 169-249).</p>\r\n<p><br /><strong>Texto publicado em: Wikip\u00e9dia, a enciclop\u00e9dia livre:\u00a0<a href=\"http://pt.wikipedia.org/wiki/Bernardo_Saturnino_da_Veiga\" target=\"_blank\">http://pt.wikipedia.org/wiki/Bernardo_Saturnino_da_Veiga</a></strong></p>\r\n<p>---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p>\r\n<p><b>Agostinho Marques Perdig\u00e3o Malheiro</b></p>\r\n<p>Agostinho Marques Perdig\u00e3o Malheiro (Campanha, 5 de julho de 1824 \u2014 Rio de Janeiro, 3 de julho de 1881), foi um jurisconsulto, escritor e historiador brasileiro[1].</p>\r\n<p>Filho do conselheiro e ex-ministro do Supremo Tribunal de Justi\u00e7a, Agostinho Marques Perdig\u00e3o Malheiro, e de sua mulher D. Urbana C\u00e2ndida dos Reis Perdig\u00e3o, tornou-se Fidalgo da Casa Imperial, Cavaleiro da Ordem de Cristo, e Comendador da mesma Ordem pelo decreto imperial de 30 de janeiro de 1866. Bacharelou-se em letras pelo Imperial Col\u00e9gio de D. Pedro II, no Rio de Janeiro, onde passou a advogar desde 1850. Obteve doutorado em Ci\u00eancias Jur\u00eddicas e Sociais pela Universidade de S\u00e3o Paulo. S\u00f3cio efetivo do Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico do Brasil, e do Instituto dos Advogados Brasileiros, no qual foi eleito presidente algumas vezes. [2]</p>\r\n<p><b>Obras :</b></p>\r\n<p>Indice chronologico dos factos mais notaveis da Historia do Brasil desde seu descobrimento em 1500 at\u00e9 1849 (1853)</p>\r\n<p>Commentario a lei n. 463 de 2 de setembro de 1847 sobre success\u00e3o dos filhos naturaes e sua filia\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro, 1857.</p>\r\n<p>Manual do procurador dos feitos da fazenda nacional nos juizos de primeira instancia. Rio de Janeiro, 1859</p>\r\n<p>A escravid\u00e3o no Brasil: ensaio historico-juridico-social (1866)</p>\r\n<p>Repert\u00f3rio ou indice alfab\u00e9tico da reforma hypothecaria e sobre as sociedades de credito rural. Rio de Janeiro, 1865. 72 pp.</p>\r\n<p>Supplemento ao Manual do procurador dos feitos da fazenda nacional, Rio de Janeiro, 1870.</p>\r\n<p>Success\u00e3o dos filhos naturaes. Rio de Janeiro, 1872.</p>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p><br /><strong>Refer\u00eancias:</strong></p>\r\n<p><strong>1.? BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. Diccionario Bibliographico Brazileiro. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1883. vol. I.</strong></p>\r\n<p><strong>2.? SILVA, Inoc\u00eancio Francisco da, et al. Diccionario bibliographico portuguez: Supplemento I : A-B. Rio de Janeiro: [s.n.], 1867. 14-15 p. vol. 6.</strong></p>\r\n<p><strong>Publicado em Wikip\u00e9dia:\u00a0<a href=\"http://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_Marques_Perdig%C3%A3o_Malheiro_(filho)\" target=\"_blank\">http://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_Marques_Perdig%C3%A3o_Malheiro_(filho)</a></strong></p>\r\n<p><strong>\u00a0</strong></p>", "author_name": "", "version": "1.0", "author_url": "https://www.campanha.mg.leg.br/author/adm", "provider_name": "C\u00e2mara Municipal da Campanha", "type": "rich"}